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Empresa de Tucunduva se destaca na produção e transmissão de lives

Uma das maiores preocupações  dos governos  brasileiros, em todos os níveis, durante o período da pandemia, é com a questão econômica  de municípios, estados e da federação.  Com as restrições impostas e recomendadas  para conter o avanço do Coronavirus,  várias empresas foram afetadas,  e algumas categorias tiveram que paralisar por completo suas atividades.   No entanto mesmo neste cenário singular,  alguns profissionais encontraram na crise um momento para crescer.

Uma das categorias que foi atingida em cheio, com a paralisação total de suas atividades,  e que enfrenta uma crise sem precedentes são os músicos.  Já são mais de 5 meses sem poder trabalhar,  milhares de famílias sem nenhuma renda,  além de respingar em outras categorias que também dependem da atividade dos músicos para sobreviver.  É o caso dos estúdios de gravação.  Com músicos parados, sem poder faturar de onde viria o recurso para custear as gravações?   A solução encontrada pelos músicos para faturar algum dinheiro, e também para ajudar entidades, foi a realização de eventos conhecidos como “lives”,  shows transmitidos  ao vivo pela internet,  onde o público pode interagir fazendo doações, adquirindo produtos ou dando lances em leilões, com recursos sendo revertidos para os próprios artistas ou para entidades apontadas por eles.   

Márcio e Cristian ao centro, com os parceiros da “C Comunica’ e Digital Produções

Ao contrário das lives domésticas, onde basta um telefone celular para se conectar com o mundo, as lives de bandas profissionais exigem um grande aparato técnico e profissional, com equipamentos  modernos e sofisticados.  Em Tucunduva  existe um dos estúdios de gravação mais conceituados entre os músicos de banda do Estado.  O estúdio Super Nova reúne como sócios os músicos Marcio Stein e Cristian “Caçula” Silveira. O  Super Nova grava, arranja e produz músicas em estúdio, e passou também a atuar na produção de DVD’s,  com captação de som e imagem, e produções em vídeo.  

Cristian conta que a primeira experiência em uma live, foi com a dupla Léo e Cauhãn,  em evento realizado na cidade de  Nova Candelária quando começava a  pandemia.  Na ocasião conheceram  Airton, da Digital Produções e  Mateus e Rodrigo, da “C Comunica”,  empresas que trabalham com audiovisual.  Logo em seguido veio a pandemia,  e uma onda de lives  tomou conta do Brasil inteiro.  Como dizíamos anteriormente,  as lives não  são transmissões simples,  pelo contrário, são eventos que movimentam um grande aparato tecnológico. “Nós temos que disponibilizar quase toda uma estrutura de captação de som e imagem  utilizada na gravação de um DVD ao vivo, sendo que a responsabilidade é maior ainda, porque é tudo ao vivo, não tem espaço para erro”, conta Caçula.   Shows maiores contam com até 8 câmaras de captação de imagem,  e todo o aparato do estúdio de gravação.  “As grandes lives necessitam de praticamente todo o equipamento de um show normal, exceção dos PA’s ( caixa de som voltadas ao público)”,  explica Caçula. A parte de cenário e iluminação ficam por conta da própria banda.  As transmissões são feitas em várias plataformas, como Youtube, Instagram e Facebook,  e exigem também internet de alta velocidade. 

Live de Rogério Magrão e Negão foi feita pela equipe Super Nova

Nestes 5 meses de pandemia a Super Nova já trabalhou em pelo menos 60 shows ao vivo,  alguns com grande produção, outros nem tanto.  Artistas de grande  prestígio como San Marino,  Flávio Dalcin, Rogério Magrão e Grupo Momentos  foram alguns do segmento de bandas que recorreram aos serviços do Super Nova.  Duplas, bandas de estilo gaúcho e bandas de rock como Jack Bala e Criado Mudo,  tiveram seus shows transmitidos pela equipe.  O trabalho da Super Nova extrapola as fronteiras da região. Eles já trabalharam  na produção de live na cidade de Santa Bárbara, e Caçula diz que não houve nenhuma transmissão que tenha dado mais serviço. “O trabalho é o mesmo,  nós temos o know-how e colocamos isso a disposição  de todos os nossos clientes”, explica  o músico.

O pessoal da Super Nova evita falar no custo total de uma live para uma banda, mas o valor cobrado pelo estúdio para executar o seu serviço é acessível, e fica na faixa de R$ 2.500,00 para uma produção grande.   “Os valores variam de acordo com a necessidade do cliente, mas nossos preços são bem acessíveis, respeitando o momento que os profissionais da  música estão passando”, diz Caçula.   A próxima grande live da Super Nova acontecerá no dia 7 setembro, quando será transmitido a partir de Tucunduva, um show com Os Atuais.  

Para informações sobre o Estúdio Super Nova,  basta ligar ou enviar um whats para 55. 9 9658.4813.

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